A
Polícia
Civil
de Minas Gerais (PCMG), por
meio
da
1ª
Delegacia Regional
de Polícia Civil,
prendeu
ontem
(terça-feira, dia 7),
em
flagrante,
um casal acusado
de
matar
matado
o
companheiro da mulher,
após
submetê-lo a
uma
espécie
de
tribunal do
crime.
O
caso
ocorreu
na
madrugada,
na
Rua Alípio Abraão,
no
bairro
Santa Luzia,
em
Uberlândia.
A
vítima
foi
espancada e esfaqueada e
o
corpo
dela
foi
deixado
debaixo de
um
sofá a
poucos
metros da
residência
do
casal.
A
prisão
em
flagrante
foi feita por
policiais
civis
da Delegacia
de Homicídios,
que
foram
acionados
para seguirem
para o
local.
A Polícia
Militar
também participou
dos
trabalhos
policiais.
Interrogada, a mulher inicialmente
negou
o crime,
mas
entrou em
contradição
e confessou
o
delito.
Ela disse
que
contou
com
a ajuda do
amante,
de
43
anos,
vizinho
dela,
após contar a
ele
que
o
companheiro
havia
abusado
sexualmente
da filha dela, de
13
anos,
e de filho dela, de
5
anos.
A
mulher recebeu
voz
de
prisão em flagrante
pela
morte
do companheiro
e
logo
em seguida,
o
amante
dela
também foi
preso
após ser
encontrado
fingindo
estar
dormindo
na
moradia. Uma
investigadora, que
colhia informações
sobre
o
caso
desconfiou
do
sujeito
e
descobriu
manchas
de
sangue
numa
das suas
vestes. O
casal
foi levado
para
a
Delegacia
de Homicídios,
onde
foi autuado,
e
depois recambiado para
o
Presídio
Professor
Jacy
de
Assis,
onde se
encontra.
Durante entrevista
coletiva
ontem,
ao
final da
manhã,
o
delegado de Homicídios,
Eduardo
Leal, disse
que, conforme
as investigações, foi
apurado
que
a mulher,
após
saber dos abusos,
teria
acionado
o
amante, que
pertence
a uma
facção
criminosa. A
vítima
foi
abordada, submetida
suposto tribunal
do
crime
e
depois
assassinado.
Os
laudos
periciais e
outras
diligências
para
comprovar o
estupro
ainda
estão
sendo elaborados
para
serem
juntados
ao auto
de
prisão.
O
delegado também informou sobre o
destino dos menores. Segundo
ele,
ambos
estão
sob
os
cuidados do
Conselho
Tutelar
da
Infância e
da
Adolescência.
A entrevista,
a qual
Eduardo
Leal
concedeu,
também
contou com
a presença
da
delegada
de Homicídios,
Thays
Regina
Silva, que também
atua nos
trabalhos policiais,
e
de
um
representante
da Polícia
Militar
que
atuou na
ocorrência.

