Acompanhamento na Atenção Primária permite avaliar idade, histórico e fatores de risco para indicar o rastreamento adequado a cada paciente
A prevenção e a detecção precoce do câncer não dependem apenas da realização de exames. Conhecer o histórico do paciente, avaliar fatores de risco, considerar idade e hábitos de vida e acompanhar sua saúde ao longo do tempo são elementos importantes para definir quando e quais estratégias de rastreamento são indicadas. Nesse processo, a Atenção Primária à Saúde (APS) e a atuação do médico de família e comunidade (MFC) têm papel fundamental.
Na Unimed Uberlândia, esse modelo de cuidado busca acompanhar o paciente de forma longitudinal, inclusive quando ele não apresenta sintomas. A proposta é atuar na promoção da saúde, prevenção de doenças, identificação precoce de riscos e orientação sobre os rastreamentos indicados para cada perfil. Segundo a coordenadora da Atenção Primária à Saúde da Unimed Uberlândia, dra. Érica Oliveira, o acompanhamento pelo médico de família permite reunir informações que ajudam a individualizar as decisões de cuidado. “As consultas periódicas com o médico de família são importantes mesmo para quem se considera saudável porque a Atenção Primária não atua apenas quando existe uma doença: ela trabalha também com prevenção, promoção da saúde e identificação precoce de riscos. Uma pessoa pode estar sem sintomas e aparentemente saudável, mas ainda assim apresentar fatores de risco ou estar na faixa etária em que determinado câncer deve ser rastreado”, explica.
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