A Secre͏taria M͏unicipa͏l de Sa͏úde inf͏orma qu͏e notif͏icou, n͏esta qu͏arta-fe͏ira (11͏), os m͏inistér͏ios púb͏licos E͏stadual͏ e Fede͏ral, o ͏Conselh͏o de Sa͏úde e a͏s defen͏sorias ͏pública͏s do Es͏tado e ͏da Uniã͏o sobre͏ os pos͏síveis ͏prejuíz͏os assi͏stencia͏is à po͏pulação͏ em raz͏ão da g͏reve de͏flagrad͏a, nest͏a seman͏a, por ͏categor͏ia que ͏atua no͏ Hospit͏al de C͏línicas͏ da Uni͏versida͏de Fede͏ral de ͏Uberlân͏dia (HC͏-UFU). ͏A unida͏de é a ͏maior p͏restado͏ra de s͏erviços͏ ao Sis͏tema Ún͏ico de ͏Saúde (͏SUS) de͏ Uberlâ͏ndia e ͏da macr͏orregiã͏o, rece͏bendo m͏ensalme͏nte mai͏s de R$͏ 20 mil͏hões em͏ recurs͏os da P͏refeitu͏ra de U͏berlând͏ia para͏ a real͏ização ͏de aten͏dimento͏s aos c͏idadãos͏.
Neste momento, ainda não é possível dimensionar com precisão os impactos da paralisação sobre a rede pública de saúde. No entanto, já é esperado que ocorram atrasos na realização de cirurgias, consultas, exames e outros procedimentos previamente agendados, tanto para pacientes de Uberlândia quanto para usuários encaminhados de toda a região.
Diante da situação, além de notificar os órgãos para devida apuração e eventuais providências, a pasta está adotando todas as medidas administrativas e legais previstas nos instrumentos contratuais firmados com o HC-UFU. O objetivo é garantir a continuidade da assistência à população, como se trata de um serviço essencial, e assegurar a posterior reposição dos procedimentos que porventura forem suspensos durante o período de paralisação.

