O
ferreomodelismo
é
um
dos
hobbies
mais antigos do
mundo,
e
sua
origem remonta
ao
período
em que o
transporte ferroviário
foi
adotado
massivamente. As
primeiras
miniaturas
de trens
foram fabricadas
por volta
de 1830,
por
artesãos
alemães. De
lá para
cá,
muita coisa
mudou,
principalmente no Brasil,
onde o
transporte de
passageiros
pelas ferrovias
deixou de
acontecer, com
exceção dos passeios
turísticos. Mesmo
assim,
a
paixão de
algumas pessoas por
este
hobby
se
intensificou.
“O ferreomodelismo é uma mistura
de
entretenimento,
baseado
em
modelos
de
escala,
e
arte,
pois
os amantes
deste
hobby
ficam fascinados
quando
começam
a construir
suas
maquetes, fazer
toda
a
parte
de decoração
e
cenário
e projetar as
construções.
É
preciso
ter
capacidade
de
observação
para
se
construir
uma maquete, pois
todo
esse
trabalho
de
reprodução do mundo
real é totalmente artesanal”,
diz
Lucas
Frateschi, diretor
da Frateschi
Trens
Elétricos, empresa
com
sede
em
Ribeirão
Preto, no
interior
paulista,
que
possui 57 anos
de
atuação
no mercado
e é
a única
fabricante de
trens elétricos em
miniaturas
e réplicas
de
composições
reais
na
América
Latina.
“Em tempos em que as
famílias têm ficado em casa, é
preciso
arrumar
algum
hobby para
distrair a
mente.
As pessoas
pensam
que o
transporte
ferroviário
morreu,
mas ele
está
vivo
e em expansão. A
ferrovia é
de valor estratégico imprescindível
para
um país
como o
Brasil,
e este
crescimento
ajuda
a
fomentar
ainda a
mais a
paixão
que
muitos brasileiros
têm
pelos
trens,
sendo que
muitos
passam
o hobby do ferreomodelismo
para as futuras gerações”,
finaliza Lucas.