Empregados de
construtora
compravam
materiais
de construção
em lojas
em
nome
da
empresa
e os
revendia para
terceiros;
prejuízo chega
a R$ 200 mil. A
Polícia Civil
de
Minas Gerais (PCMG),
por
meio da 1ª
Delegacia
Regional
de
Polícia
Civil, cumpriu
ao
final
do
dia de
terça-feira (19), mandado de busca
e apreensão
na
casa
de dois
empregados
de
uma
construtora de
Uberlândia
acusados de praticar
furtos mediante fraude
contra a empresa.
Ambos
exerciam
a função
de
compradores e
se utilizavam da condição de confiança
para fazerem
grandes compras
de materiais
de
construção e elétricos
e
os comercializavam.
Durante o
cumprimento
da
ordem
judicial, investigadores
recuperaram galões
de
tintas,
produtos diversos
e equipamentos de obras,
avaliados
em
cerca
de
R$
110 mil,
mas
auditoria
interna
apontou
que
o prejuízo supera
aos R$ 200
mil.
A apreensã͏o foi
feit͏a nos
bair͏ros
Luizot͏e
de Freit͏as
e Shopp͏ing Park, ͏nas casas
͏dos
suspei͏tos, por
i͏nvestigado͏res
da 2ª
͏Subinspeto͏ria de
Pol͏ícia. Os s͏uspeitos n͏ão foram
l͏ocalizados͏, mas serã͏o
indiciad͏os por
fur͏to
qualifi͏cado em
in͏quérito
po͏licial que͏
tramita
n͏a 1ª
Deleg͏acia de
Po͏lícia.
Num͏a
das
mora͏dias,
os p͏oliciais
e͏ncontraram͏
também
a
͏quantia
de͏
R$
3.207,͏00 em
dinh͏eiro. Um
d͏os autores͏
tem 45 an͏os
e
o
out͏ro
43 anos͏
e não foi͏
informado͏
há quanto͏
tempo
ele͏s
trabalha͏m
na
empre͏sa
e
desde͏
quando
am͏bos vinham͏
praticado͏ o furto m͏ediante
fr͏aude.
A
Polícia Civil começou
a investigar
o
crime
no dia
26
de março após a
empresa
registrar
boletim de
ocorrência
e pedir
para
o
caso
ser
investigado. A
empresa revelou
ter sido
avisada
por
uma
loja
de
material
elétrico
que
um comprador dela havia
comprado no
comércio materiais
de construção
no
valor aproximado
de
R$ 20.000,00 e
requerer
a retirada
imediata
dos
produtos no
estabelecimento. O gerente
suspeitou do
adquirente pelo
fato
de
ele pedir para
entregar os produtos
em
outro endereço
que
não o
de costume
e ainda ser num dia
de sábado.
Com base
nas investigações, os investigadores apuraram
que
esse
comprador
fazia as
compras,
adulterava
as notas
fiscais e ainda
falsificava
a
assinatura
dos
empreiteiros
que coordenavam
as obras para
as
construtoras e contava
com a ajuda
de
um colega de
empresa.
De acordo com
a polícia
civil
uberlandense, ambos
continuarão
sendo investigados
e o
relatório
do
inquérito
será concluído assim
que terminarem as diligências.
Os
suspeitos
serão
intimados
para
prestar
depoimento. O material
apreendido
ontem durante
o
cumprimento
do mandado de
busca
e
apreensão está sendo
restituído à construtora no dia
de
hoje.
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2026-05-21

