POLÍCIA CIVIL DE UBERLÂNDIA RECUPERA OBJETOS DURANTE OPERAÇÃO MAKE UP

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil, recuperou hoje (sexta-feira, dia 4), em Uberlândia, joias, acessórios, roupas e produtos de beleza, que haviam sido furtados em datas alternadas na residência de uma empresária no bairro Novo Mundo, em Uberlândia.

A suspeita do crime é a ex-diarista da moradia que, ao ser questionada pelos policiais, confessou tê-los subtraídos da ex-patroa. Os furtos começaram em janeiro.
A apreensão do material ocorreu na casa da diarista no bairro Jardim Botânico, mediante mandado de busca e apreensão expedido pelo Poder Judiciário, após investigações feitas pela 2ª Subinspetoria de Polícia da unidade regional. Assim que deu pela falta dos pertences, a empresária, de 38 anos, procurou a Polícia Civil e fez a denúncia.

Com base nas informações, os policiais pediram ao Poder Judiciário o mandado de busca e apreensão na residência da diarista.
De acordo com a Polícia Civil, a diarista trabalhava para a patroa havia dois anos e, ao ganhar a confiança dela, passou a praticar os furtos, em pequenas montas. Conforme informações da empresária, o montante de todo o material subtraído desde janeiro deste ano chega a R$ 700.000,00, uma vez que incluem joias de alto valor. Ainda não há uma avaliação do valor dos produtos apreendidos hoje. A proprietária foi comunicada da recuperação e comparecerá à delegacia.
A diarista, de 46 anos, será indiciada pelo crime de furto qualificado e o inquérito policial transcorrerá na 4ª Delegacia de Polícia. No momento da chegada dos policiais, ela estava com um filho, em casa. Um detalhe, durante a apuração feita pelos investigadores, chamou a atenção. A diarista chegou a ostentar uma das vestimentas subtraídas da ex-patroa em uma postagem nas redes sociais. Foi a partir disso, que a mulher passou a ser considerada suspeita dos crimes.
A operação que resultou na apreensão foi batizada de Make Up, numa referência a quem inventa mentiras e histórias porque, quando o sumiço dos pertences era comentado na casa pela patroa, na frente da empregada, ela, que gozava da sua confiança e era apontada como insuspeita, criava narrativas que levavam a empresária a acreditar que os objetos eram subtraídos por pessoas que não ela.

Equipe que atuou no caso. Delegado: Hugo Leonardo Marques de Jesus. Subinspetor: Tiago Augusto Silva Rosa. Investigadores: Antônio Gonçalves, Osvaldo Filho, Paulo Davi, Peterson Borges e Carlos Adão.


*Produzido pela Assessoria de Imprensa da 1ª DRPC de Uberlândia (MG)

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