Dentro das
investigações
que
apuraram
a
morte
de um
jovem,
de 23 anos,
ocorrida
no
fim de
janeiro em
Guimarânia, no
Alto Paranaíba,
a
Polícia
Civil de
Minas
Gerais
(PCMG) realizou,
nesta quarta-feira (6/5), a
reprodução
simulada
dos
fatos.
Os trabalhos foram concentrados na região conhecida como Ponte Velha, área apontada pelas investigações como o cenário do crime. Durante a ação, o investigado, de 25 anos, foi confrontado a respeito da dinâmica do ocorrido.
Em primeiro momento, o homem apresentou uma versão afirmando que havia deixado o local na companhia da vítima. Contudo, ao longo dos levantamentos de campo, a narrativa entrou em contradição com os elementos técnicos apontados pela perícia e pelos investigadores.
Diante das inconsistências apresentadas, o investigado mudou sua versão. Ele passou a alegar que a vítima teria pulado no rio por conta própria e se afogado. O homem admitiu ter presenciado toda a cena, mas confessou que não prestou socorro e fugiu do local levando a bicicleta da vítima.
Ainda segundo o novo relato do suspeito, ele teria devolvido a bicicleta aos familiares do jovem no dia seguinte e fugido da cidade. O homem justificou a omissão de socorro alegando que o corpo havia sido levado rapidamente pela correnteza.

