Proto͏colo ͏de In͏tençõ͏es vi͏sa in͏tegra͏r uni͏versi͏dade ͏e set͏or pr͏oduti͏vo, c͏om fo͏co no͏ dese͏nvolv͏iment͏o de ͏talen͏tos e͏ solu͏ções ͏tecno͏lógic͏as su͏stent͏áveis
A Univers͏idade Fed͏eral de U͏berlândia͏ (UFU) e ͏a Bayer o͏ficializa͏ram, na ú͏ltima sex͏ta-feira ͏(6/3), a ͏assinatur͏a de um P͏rotocolo ͏de Intenç͏ões que e͏stabelece͏ as bases͏ para uma͏ cooperaç͏ão estrat͏égica em ͏ciência e͏ tecnolog͏ia. O aco͏rdo busca͏ promover͏ a integr͏ação entr͏e o ensin͏o, a pesq͏uisa e a ͏inovação,͏ fortalec͏endo o ví͏nculo ent͏re a acad͏emia e o ͏setor pro͏dutivo.
A parceria, com vigência inicial de cinco anos, será estruturada em três pilares fundamentais: Formação e Ensino Aplicado, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Inovação e Impacto. O objetivo central é proporcionar aos estudantes de graduação e pós-graduação a oportunidade de aplicar conhecimentos teóricos em desafios reais do mercado de trabalho.
O diretor de Testes de Melhoramento para a América Latina da Bayer, Alexandre Merlin, enfatizou a importância da troca de dados e expertise: “A UFU tem o benefício de ter inúmeras faculdades e institutos. Ela tem o conhecimento e as linhas de pesquisa, enquanto nós temos vários dados, seja da produção ou da pesquisa. São 20 anos de pesquisa na área da Biotecnologia, temos todo um ecossistema de dados para contribuir com a sociedade”.
Para a UFU, a aproximação com grandes empresas do setor de tecnologia, como a Bayer, reforça sua missão social e acadêmica. “Aqui hoje, nessa reunião, nós temos uma pequena amostra do potencial acadêmico da UFU e precisamos ter relacionamento com a sociedade. Todo investimento, seja público ou privado, tem impacto social com perspectivas distintas. Por isso, estamos nos esforçando para transformar o Campus Glória em um grande campo tecnológico”, declara Carlos Henrique de Carvalho, reitor da UFU.
A parceria também foca na identificação e retenção de novos talentos. Ana Marta de Souza, diretora da Faculdade de Engenharia Mecânica (Femec/UFU), destaca que a colaboração é vital para que a universidade consiga produzir soluções que atendam às demandas específicas do setor e, simultaneamente, contribua de forma prática para a formação dos alunos.
O protocolo prevê a realização de reuniões técnicas periódicas para viabilizar projetos específicos. Importante destacar que o protocolo não envolve a transferência imediata de recursos financeiros, sendo os serviços prestados em regime de cooperação mútua.

